segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Bahia Náutica - DIGA NÃO À CAÇA ÀS BALEIAS!

Parem com esta atrocidade! Parem com esta MATANÇA DESNECESSÁRIA!

Legislação ambiental e animal mais rigorosa e punições mais rígidas e inafiançáveis JÁ!!!

FAÇAM ESSE VÍDEO CIRCULAR PELO MUNDO

Ouçam a sabedoria dessa garota de 6 (SEIS!!!) anos de idade e coloquem em prática seus conselhos.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

DIA INTERNACIONAL VEGANO 2008 EM BELO HORIZONTE - MG

Em comemoração ao DIA INTERNACIONAL VEGANO 2008, a Organização GATO NEGRO, em Belo Horizonte - MG, está realizando um evento nos dias 22 e 23 de novembro no CEFET MG Unidade VI, no endereço: Av. Amazonas, 5855 - Belo Horizonte - MG.
A ENTRADA é FRANCA. Para maiores informações, os interessados podem entrar em contato através dos telefones: (31) 9778-1368 ou (31) 8722-4374 ou ainda por e-mail:
contato@gato-negro.org ou ainda pelo site: www.gato-negro.org/diavegano.



PROGRAMAÇÃO:

Dia 22 (SÁBADO):

14:00 – 14:30 Abertura

14:30 – 16:30 Palestra: Direitos Animais, uma análise histórica. Daniel Lourenço - Advogado (RJ) mestre em Direito, Estado e Cidadania (UGF/RJ).

16:30 – 17:00 Intervalo

17:00 – 19:00 Debate: Filhos e filhas veganos(as). Pais e mães veganos(as) discutem as dificuldades e felicidades do veganismo entre seus filhos(as). Participação da nutricionista vegana Clarissa Barbosa (UNIBH).

19:00 – 20:30 Perguntas e respostas: Tudo o que você gostaria de saber sobre direitos animais e veganismo, mas não tinha pra quem perguntar. Participação:Nutricionista vegana Clarissa Barbosa (UNIBH). Daniel Lourenço - Advogado (RJ) mestre em Direito, Estado e Cidadania (UGF/RJ).Gato Negro - Núcleo Libertação Animal

20:30 – 22:00 Exibição de curtas: Sinfonia Animal, A Life Connected e outros.

Dia 23 (DOMINGO)

14:00 – 16:00 Debate: Ativismo e Direitos Animais. Discussão entre grupos sobre as ações em Belo Horizonte. Grupos ALA-BH, Gato Negro e outros;

16:00 – 17:30 Oficina Fitoterapia vegana e agroecológicaAna Cimbleris Alkmin - Fitoterapeuta e mestre em Ciências Farmacêuticas (UFMG);

17:30 – 18:00 Intervalo

18:00 – 20:00 Demonstração culinária: com os culinaristas Paulo Renato (Vegtuts e ALA-BH) e Milene (Oficina da Semente);

20:00 - 22:00Atividade escolhida pelo público durante o evento.Slideshows Gato Negro, filmes e debates.

DURANTE TODO O EVENTO:

VeGrafitte - grafiteiros veganos irão montar um mural sobre direitos animais e veganismo. Conheça de perto essa arte que a cada dia conquista novos espaços;

Venda de deliciosos alimentos veganos, sem nenhum ingrediente de origem animal.

Mapa do local do evento (Via Google Maps): http://maps.google.com.br/maps?f=q&hl=pt-BR&geocode=&q=Av.+Amazonas,+5855+-+Gameleira,+Belo+Horizonte+-+MG,+30180-000,+BRA&sll=-19.947707,-43.934954&sspn=0.010428,0.022466&g=Av.+Amazonas,+5855+-+Gameleira,+Belo+Horizonte+-+MG,+30180-000,+BRA&ie=UTF8&s=AARTsJqyevQrbdTlP_25N-JTO_5UmixsNQ&view=map

PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM, FAÇA A DIFERENÇA!




terça-feira, 28 de outubro de 2008

O mito do crescimento econômico contínuo e suas conseqüências

Artigo publicado na BBC Brasil na Sexta-Feira, dia /10/2008, às 8h33.

Revista: mundo tem que abandonar obsessão por crescimento

Em plena crise global, com governos e mercados preocupados com uma possível recessão mundial, a revista especializada britânica New Scientist foi às bancas nesta semana com uma capa na qual defende que a busca por crescimento econômico está matando o planeta e precisa ser revista.
Em uma série de entrevistas e artigos de especialistas em desenvolvimento sustentável, a revista pinta um quadro em que todos os esforços para desenvolver combustíveis limpos, reduzir as emissões de carbono e buscar fontes de energia renováveis podem ser inúteis enquanto nosso sistema econômico continuar em busca de crescimento.
"A Ciência nos diz que se for para levarmos a sério as tentativas de salvar o planeta, temos que remodelar nossa economia", afirma a revista.
Segundo analistas consultados pela publicação, o grande problema na equação do crescimento econômico está no fato de que, enquanto a economia busca um crescimento infinito, os recursos naturais da Terra são limitados.

"Os economistas não perceberam um fato simples que para os cientistas é óbvio: o tamanho da Terra é fixo, nem sua massa nem a extensão da superfície variam. O mesmo vale para a energia, água, terra, ar, minerais e outros recursos presentes no planeta. A Terra já não está conseguindo sustentar a economia existente, muito menos uma que continue crescendo", afirma em um artigo o economista Herman Daly, professor da Universidade de Maryland e ex-consultor do departamento para o meio ambiente do Banco Mundial.
Para Daly, o fato de o nosso sistema econômico ser baseado na busca do crescimento acima de tudo, faz com que o mundo esteja caminhando para um desastre ecológico e também econômico, dadas as limitações dos recursos.
"Para evitar este desastre, precisamos mudar nosso foco do crescimento quantitativo para um qualitativo e impor limites nas taxas de consumo dos recursos naturais da Terra", escreve.

"Nesta economia de estado sólido, os valores das mercadorias ainda podem aumentar, por exemplo, por causa de inovações tecnológicas ou melhor distribuição. Mas o tamanho físico dessa economia deve ser mantido em um nível que o planeta consiga sustentar", conclui Daly, que compara a atual economia a um avião em alta velocidade e a sua proposta a um helicóptero, capaz de voar sem se mover.

Reformar o capitalismo
Mas essas mudanças no sistema não serão fáceis. Em uma entrevista à revista, James Gustav Speth, ex-conselheiro do governo Jimmy Carter (1977-1981) e da ONU, afirma que o movimento ambiental nunca conseguirá vencer dentro do atual sistema capitalista.
"A única solução é reformarmos o capitalismo atual. Os Estados Unidos cresceram entre 3% e 3,5% por um bom tempo. Há algum dividendo deste crescimento sendo colocado em melhores condições sociais? Não. Os Estados Unidos têm que focar em indústrias sustentáveis, necessidades sociais, tecnologias e atendimento médico decente, e não sacrificar isso para fazer a economia crescer. Eu não defendo o socialismo, mas uma alternativa não-socialista para o capitalismo atual", diz.
Ele também faz críticas ao atual movimento ambientalista.
"A comunidade ambientalista, pelo menos nos Estados Unidos, é muito fraca quando falamos sobre mudança de estilo de vida, consumo e sobre sua relutância em desafiar o crescimento ou o poder das corporações. Nós precisamos de um novo movimento político nos EUA. Cabe aos cidadãos injetarem valores que reflitam as aspirações humanas, e não apenas fazer mais dinheiro", afirmou ele.


Obsessão pelo crescimento
A revista também traz um artigo que discute o argumento de que o crescimento econômico é necessário para erradicar a pobreza e que quanto mais ricos ficam alguns, a vida dos mais pobres também melhora. É a chamada Teoria do Gotejamento.
Segundo Andrew Simms, diretor da New Economics Foundation, em Londres, este argumento, além de "não ser sincero", sob qualquer avaliação, é " impossível".
"Durante os anos 1980, para cada US$ 100 adicionados na economia global, cerca de US$ 2,20 eram repassados para aqueles que estavam abaixo da linha de pobreza. Durante a década de 1990, esse valor passou para US$ 0,60. Essa desigualdade significa que para que os pobres se tornem um pouco menos pobres, os ricos tem que ficar muito mais ricos", disse.

Segundo ele, isto pode até parecer justo para alguns, mas não é sustentável.
"A humanidade está indo além da capacidade da biosfera sustentar nossas atividades anuais desde meados dos anos 1980. Em 2008, nós ultrapassamos essa capacidade anual em 23 de setembro, cinco dias antes do ano anterior".
Ele ainda afirma ser impossível que um dia toda a humanidade tenha o padrão de vida dos países desenvolvidos.

"Seriam necessários pelo menos três planetas Terra para sustentar essas necessidades se todos vivessem nos padrões da Grã-Bretanha. Cinco se vivêssemos como os americanos".
Para Simms, a Terra estaria inabitável há muito tempo antes que o crescimento econômico pudesse erradicar a pobreza.
Para que o mundo possa ter uma economia ecologicamente sustentável, segundo Simms, é preciso acabar com o preconceito de alguns em relação ao conceito de "redistribuição", que, para ele, é o único modo viável de acabar com a pobreza.
"Só foi preciso alguns dias para que os governos da Grã-Bretanha e dos EUA abandonassem décadas de doutrinas econômicas para tentar resgatar o sistema financeiro de um colapso. Por que tem que demorar mais para introduzirem um plano para deter o colapso do planeta trazido por uma conduta irresponsável e ainda mais perigosa chamada obsessão pelo crescimento?", explicou.


Fonte: http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200810171033_BBB_77553273

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Quercus - Stop Global Warming

sábado, 20 de setembro de 2008

Chuva de Pedra em Belo Horizonte, dia 17/09/2008 - Parte 3

E ainda existem alguns pseudo "cientistas" COMPRADOS pelas grandes corporações transnacionais INDUSTRIAIS e PETROLÍFERAS que tem a OUSADIA de dizer que as ações humanas NÃO alteram o clima na Terra e que as alterações climáticas e fenômenos climáticos hoje em dia presenciados são NORMAIS!!!
POR ISSO DEVEMOS ODIAR O CAPITALISMO E PENSAR EM UM NOVO SISTEMA ECONÔMICO PARA SUBSTITUÍ-LO EM ÂMBITO GLOBAL!

Chuva de Pedra em Belo Horizonte, dia 17/09/2008 - Parte 2

E ainda existem alguns pseudo "cientistas" COMPRADOS pelas grandes corporações transnacionais INDUSTRIAIS e PETROLÍFERAS que tem a OUSADIA de dizer que as ações humanas NÃO alteram o clima na Terra e que as alterações climáticas e fenômenos climáticos hoje em dia presenciados são NORMAIS!!!
POR ISSO DEVEMOS ODIAR O CAPITALISMO E PENSAR EM UM NOVO SISTEMA ECONÔMICO PARA SUBSTITUÍ-LO EM ÂMBITO GLOBAL!

Chuva de Pedra em Belo Horizonte - 17/09/2008

E ainda existem alguns pseudo "cientistas" COMPRADOS pelas grandes corporações transnacionais INDUSTRIAIS e PETROLÍFERAS que tem a OUSADIA de dizer que as ações humanas NÃO alteram o clima na Terra e que as alterações climáticas e fenômenos climáticos hoje em dia presenciados são NORMAIS!!!
POR ISSO DEVEMOS ODIAR O CAPITALISMO E PENSAR EM UM NOVO SISTEMA ECONÔMICO PARA SUBSTITUÍ-LO EM ÂMBITO GLOBAL!

sábado, 13 de setembro de 2008

O QUE ACONTECE AO ORGANISMO APÓS BEBER-SE 1 LATA DE REFRIGERANTE

Primeiros 10 minutos:
10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente. Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácidofosfórico corta o gosto.

20 minutos:
O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina. O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura. (É muito para este momento em particular.)

40 minutos:
A absorção de cafeína está completa. Suas pupilas dilatam, a pressão sangüínea sobe, o fígado responde bombeando mais açúcar na corrente. Os receptores de adenosina no cérebro são bloqueados para evitar tonteiras.

45 minutos:
O corpo aumenta a produção de dopamina, estimulando os centros de prazer do corpo. (Fisicamente, funciona como a heroína.)

50 minutos:
O ácido fosfórico empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina.

60 minutos:
As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação. Você urina. Agora é garantido que porá para fora cálcio, magnésio e zinco, os quais seus ossos precisariam. Conforme a onda abaixa você sofrerá um choque de açúcar. Ficará irritadiço. Você já terá posto para fora tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo.

Pense nisso antes de beber refrigerantes. Se não puder evitá-los, modere sua ingestão! Prefira sucos naturais. Seu corpo agradece!

Fonte: desconhecida

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

LEI AROUCA: As bases genéticas da falta de percepção (Texto da bióloga: Ellen Augusta Valer de Freitas

No primeiro semestre deste ano, a senadora Marina Silva defendeu o ensino do criacionismo nas escolas, após participar de um simpósio sobre o assunto, ainda como ministra do Meio Ambiente. Pois o criacionismo, que é uma das inúmeras crenças religiosas a respeito do surgimento da vida, passaria a ser comparado à Evolução, ciência que explica por meio de claras evidências ao longo da história, e na própria composição dos organismos atuais, a trajetória da formação de novas espécies ao longo dos milhares de anos. O criacionismo é apenas um dos mitos sobre a criação do mundo e do ser humano, e deve ser respeitado como qualquer outro de qualquer religião, mas nunca comparado a uma teoria que é base da Biologia e de tantas outras ciências, até hoje nunca refutada. Muito ao contrário, com as descobertas mais recentes sobre o código genético, a teoria de Charles Darwin fica a cada dia mais consistente e fascinante.As descobertas do naturalista Darwin seguem até hoje como uma espada que corta, provoca e derruba nosso orgulho mais básico. Concordo com os pesquisadores Richard Wrangham e Dale Peterson, que escreveram o livro ‘O Macho Demoníaco: As Origens da Agressividade Humana’, que talvez o orgulho seja a principal característica dos grandes primatas - e, neste grupo, estamos incluídos. Uma característica que turva a percepção.Aí entra a aprovação da Lei Arouca. Pois como explicar que ainda hoje, em face de tantas tecnologias e formas de obter novos conhecimentos, ainda se pratique a barbárie do uso de animais sencientes em pesquisas científicas - de caráter nem sempre claro, nem para os próprios pesquisadores? E como explicar que, embora existam muitas alternativas ao uso de animais de laboratório, e que na Europa estas já venham sendo usadas em diversos hospitais, centros de pesquisas e centros veterinários, aqui no nosso Terceiro Mundo preferimos pagar mais caro por ‘modelos vivos’ que dão lucro à imensa indústria de animais? Uma explicação para que a humanidade siga sobrepujando os animais, negando-lhes o estado de direito, humilhando suas necessidades mais básicas, pode ser a vergonha de admitir que os animais pertencem à mesma natureza humana ou que o ser humano é, enfim, um animal. O ser humano nega estender os direitos morais por diversas razões, desde o preconceito chamado especismo, até por que reconhecer que os animais têm direitos fere mais uma vez o orgulho humano, como muitas vezes na história já aconteceu. Desde o século de Darwin, é deveras difícil assimilar e admitir que não somos o centro do Universo e, se requeremos direitos de sermos respeitados e valorizados nos nossos instintos mais básicos, nada mais natural que estender esses direitos a animais que, como nós, ou como muitos de nós, sentem medo, dor, afeto e possuem até capacidade de abstração.Nada mais lógico que, se nos regalamos seres dotados de capacidade intelectual, devemos por essa mesma razão aguçar nossa percepção para as necessidades dos outros animais, e não continuar seguindo no egoísmo puramente preconceituoso de colocar a humanidade em primeiro lugar. De fato, colocar o ser humano em primeiro plano não contribuiu para que o mesmo ficasse ileso das conseqüências de seus atos diante da Natureza. A cada dia, percebemos que nossas ações, ao contrário do que gostaríamos, nos coloca como seres frágeis diante de um cataclisma ambiental.Imaginar que o criacionismo deva ser ensinado nas escolas junto com as idéias evolucionistas, desprezando as demais crenças religiosas e misturando-as com fatos comprováveis e básicos da ciência, é querer preservar o pseudo-poder que nos arrogamos há muitos séculos atrás, quando tais disparates até eram admissíveis em face da ignorância da época. Mas, hoje, não. Ora, quem hoje considera plausível a teoria de Charles Darwin - e ela é, pois é a base da Biologia e de muitos estudos a ela relacionados - certamente precisa considerar as implicações morais desta brilhante descoberta. Tom Regan defende que não é apenas o sofrimento que infligimos aos animais que está errado. “O que está fundamentalmente errado, em vez, é o sistema inteiro, e não seus detalhes. Pela mesma razão que mulheres não existem para servir aos homens, os pobres para os ricos, e os fracos para os fortes, os animais também não existem para nos servir”, aponta. Que já nos serviram, e muito, durante o desenvolvimento humano, não é justificativa para que sigamos explorando, mesmo com tecnologia e inteligência suficientes para utilizar alternativas - que já existem - e criar novas. Não há justificativa moral para a traição que lhes causamos.Nossa responsabilidade moral por sermos sujeitos que modificam o mundo não nos confere o direito da tirania sobre os animais. Muito ao contrário, nos coloca a obrigação moral de libertar e reparar, se é que é possível, nossos erros. Mas, para tanto, é preciso percebê-los.


BIBLIOGRAFIA:
RACHELS, J. Created from animals: the moral implication of Darwinism. Oxford: Oxford University Press, 1990.WRANGHAM, R., PETERSON, D. O Macho Demoníaco: As Origens da Agressividade Humana. Comportamento, 1998.REGAN, T. The Philosophy of Animal Rights by Dr. Tom Regan. Em: www.cultureandanimals.org/animalrights."DIREITO DOS ANIMAIS - PERGUNTAS E RESPOSTAS", em www.vegetarianismo.com.brNACONECY, C. M. Ética e Animais: um guia de argumentação filosófica. EDIPUCRS, 2006.


Por: Ellen Augusta Valer de Freitas, bióloga

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Apagão Mundo: Em 17 de Setembro de 2008 21:50 às 22:00 / Blackout Mondial: Le 17 Septembre 2008 de 21h50 à 22h00 / Blackout World: On 17 September 200

Apagão Mundo: Em 17 de Setembro de 2008 21:50 às 22:00. Sugerimos que você desligar todas as luzes e, se possível, quaisqueraparelhos eléctricos, a fim de deixar o nosso planeta 'respirar'. Se a resposta for maciço, a poupança de energia possa ser brutal. Apenas 10 minutos e ver o que acontece. Nós podemos respirar e então o nosso planeta também. Não nos esqueçamos que a unidade é a força. A Internet pode ser muito influente e pode tornar a experiência ainda maior. Fale com todos os seus amigos, mesmo aqueles que vivem em outros países: enviar-lhes este convite.


Blackout World: On 17 September 2008 21:50 to 22:00. We suggest you turn off all the lights and, if possible, any electrical appliances in order to leave our planet 'breathe'. If the answer is massive, energy savings can be brutal. Only 10 minutes and see what happens. We can then breathe and our planet too. Let us not forget that unity is strength. The Internet can be very influential and can make the experience even greater. Talk to all your friends, even those who live in other countries: send them this invitation.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

ORLA DA LAGOA DA PAMPULHA À NOITE

Belíssima vista da Lagoa da Pampulha (Belo Horizonte / MG) ao cair da noite.
Foto de meu prezado e estimado amigo: Lukarol.


domingo, 7 de setembro de 2008

A história das coisas parte 1

A história das coisas parte 2

a história das coisas parte 3

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

ECOTURISMO - IPOEMA / MG (novembro de 2007)

A NATUREZA: UM VERDADEIRO COLÍRIO PARA AS VISTAS!!!
Pessoal, aqui vão algumas fotos tiradas em uma caminhada ecológica na Mata do Limoeiro, município de Ipoema/MG, distrito de Itabira. Além de uma caminhada ecológica bacana na referida mata, também estivemos no rio tanque e na Cachoeira do Macuco (também conhecida como Cachoeira Grande).
A beleza das fotos é surpreendente. As mesmas foram tiradas pelo Lukarol, da equipe Haja Banana.



Linda flor

Cipó:

Exótica formação de fungos (cogumelo):

Mais uma exótica formação de fungos:


Pequena aranha:

Trabalho em equipe:

Caminhada na Mata do Limoeiro:

Caminhando na Mata do Limoeiro:

Chão da Mata do Limoeiro:

Entrando na Mata do Limoeiro:

O povo da caminhada:

Uma Cervejinha:


Foto tirada no Museu do Tropeiro:
Vista da Serra dos Alves (MG): Galera reunida em frente à Cachoeira do Macuco (também chamada de Cachoeira Alta):

Cachoeira do Macuco (também chamada de Cachoeira Alta):




Rumo à Cachoeira Alta (Cachoeira do Macuco):

Tirolesa é uma beleza...


Olha só a cor deste besouro: Olha só esse tipo de cogumelo (fungos):

Rio Tanque:
Eu de binóculo: observando mamãe natureza


Olha que lindo esse tipo de cogumelo:
Até parece um ovo, mas é um tipo de cogumelo:
Caminhada na Mata do Limoeiro:
Nosso guia e suas histórias cabeludas... rss



Após sairmos da Mata do Limoeiro (famintos):
Casinha de Ipoema:
Bom Jesus do Amparo/MG
Aranha de Cachoeira