sexta-feira, 25 de abril de 2008

PETRÓLEO vs. MÚSCULOS = INTERESSES ECONÔMICOS vs. BUSCA DE MELHOR QUALIDADE DE VIDA E RESPEITO AMBIENTAL

É fato que, comparativamente ao mercado automobilístico (e inclua-se aqui suas necessidades e jogos políticos acerca dessas necessidades: leia-se VIAS ASFALTADAS, tanto de circulação no interior de uma cidade como, também, entre cidades e estados), o mercado ciclístico, das biciletas, é muito menos rentável. Não existem "xeiques" no mercado internacional das "magrelas", se pensarmos em termos do poder de influência político-econômica com conseqüências ambientais devastadoras que os verdadeiramente "XEIQUES" do cártel petrolífero mundial têm.
É fato também que as BICICLETAS NÃO POLUEM (pois seu "combustível humano", por assim dizer, não joga na atmosfera o que a queima de combustíveis derivados do petróleo jogam - o monóxido de carbono). MUITO DIFICILMENTE, também, CONGESTIONAM O TRÂNSITO (creio - alguém me avise urgentemente se eu estiver enganado - que NUNCA tenha ocorrido no mundo um congestionamento de trânsito de bicicletas do tamanho dos engarrafamentos DIÁRIOS, por exemplo, da cidade de São Paulo, e que se vier um dia a ocorrer, será muito mais fácil de resolvê-lo do que o daquele). SÃO MUITO MAIS RÁPIDAS QUE OS CARROS DE UMA METRÓPOLE OU MEGALÓPOLE DIANTE DOS ENGARRAFAMENTOS DIÁRIOS EM MOMENTOS DE PICO (como, por exemplo, no horário em que as pessoas vão para o seu serviço de manhã cedo ou dele retornam, por volta das 17:00h às 19:00h aproximadamente). AJUDAM A PROPORCIONAR UMA MELHOR SAÚDE FÍSICA E MENTAL A SEUS USUÁRIOS (além das pessoas que pedalam fazerem um bom exercício muscular, elas também têm um melhoramento de suas condições cardiovasculares, pulmonares e psíquicas, uma vez que alguns hormônios ligados a sensação de bem-estar são liberados durante os exercícios físicos). Dentre várias outras vantagens...
No entanto, e lembrando que os brasileiros não são o melhor exemplo de educação no trânsito, para as pessoas que fazem das bicicletas um legítimo e preferido meio de transporte surgem várias dificuldades, tanto no que diz respeito à postura de condutores de veículos automotores (automóveis, motocicletas, caminhões, ônibus, etc) quanto, e não menos importante, à falta de infra-estrutura viária adequada aos deslocamentos dos ciclistas (e que, por isso mesmo, não serve como incentivo ao hábito de uso da bicicleta como um meio de transporte legítimo à maioria das pessoas).
Tal qual existem motoristas e motociclistas inconseqüentes, certamente exsitem, também, ciclistas - e até mesmo pedestres - inconseqüentes. Porém, tanto motoristas como pedestres normalmente têm vias adequadas aos seus deslocamentos, corretamente sinalizadas dentro das leis de trânsito, construídas pelo poder público, o que os ciclistas, na maioria das vezes, NÃO TÊM. Portanto, apesar de saber as condições e regras de circulação a eles impostas, os ciclistas não gozam de estrutura viária adequada ao meio de transporte ao qual optaram.
Grandes retornos financeiros imediatos para a política ou os políticos, certamente a bicicleta e seu mercado não trazem e não trarão. Porém, é bom lembrarmos que os retornos não imediatos, bem como públicos e ambientais, deveriam entrar no cálculo de "custo-benefício" dos governantes ao pensarem na possibilidade de implantação de ciclovias nos territórios pelos quais respondem politicamente. Com menos emissão de gases poluentes e provocadores do efeito-estufa, as cidades teriam uma menor poluição atmosférica, um menor aquecimento em decorrência de efeito-estufa, menores índices de doenças respiratórias em seus habitantes. Além disso, com a construção das ciclovias e conseqüente melhorias/incentivo ao uso das bicicletas como um meio de transporte legítimo para os deslocamentos diários, desconsgestionar-se-iam muitas vias destinadas ao trânsito de veículos automotores, muitas pessoas - tanto ciclistas, como também motoristas e usuários de sistemas de transportes coletivos - chegariam aos seus destinos mais rapidamente, além, é claro, e não menos importante, da economia que muitas pessoas fariam em relação a recursos financeiros antes destinados ao petróleo (combustível dos automóveis).Em suma, em um contexto atual tão apropriado à implantação das ciclovias (vide os vários motivos expostos aqui - e outros que possam até mesmo ainda ser pensados), só mesmo políticas ou políticos que não quisessem priorizar a saúde coletiva, o bem e o bem-estar comum e a harmonia e sustentabilidade ambiental, não seriam complacentes com tão nobre, politicamente correta e ética causa. Pensem todos - governantes e governados; dirigentes e dirigidos; legisladores e cidadãos - nisto!



Paulo Henrique Marques Lütkenhaus

PEIXE VIVE SEM SEXO HÁ 70 MIL ANOS

Espécie é formada apenas por fêmeas e é encontrada no Texas e no México

EDIMBURGO, ESCÓCIA. Cientistas da universidade de Edimburgo, na Escócia, estão tentando descobrir como uma espécie de peixe conseguiu sobreviver sem reprodução sexuada há pelo menos 70 mil anos.
A população da Molinésia-Amazona, ou Poecilia formosa na nomenclatura científica, é formada apenas por fêmeas e pode ser encontrada na região do Texas, nos Estados Unidos, e também no México.
A espécie se reproduz por um processo conhecido como ginogênese, que consiste em um tipo de "acasalamento" com machos de outras espécies. Mas o espermatozóide serve apenas para estimular os óvulos da fêmea, não para fecundá-los. Por isso, os filhotes são sempre clones das mães e não herdam traços genéticos do macho.
Segundo os cientistas, criaturas que se reproduzem de forma assexuada apresentam problemas genéticos e freqüentemente são vítimas de extinsão pela fraqueza da espécie, o que não teria acontecido com a Molinésia-Amazona.
Para entender o complexo sistema de sobrevivência desse tipo de peixe, os cientistas calcularam há quanto tempo a Molinésia-Amazona deveria ter sido extinta, com base em cálculos das modificações genéticas pelas quais passaram várias gerações, conforme os cientistas. Os resultados mostram que a espécie deveria ter sido extinta há 70 mil anos. No entanto, ela ainda pode ser encontrada atualmente.
TRUQUES. Segundo os cientistas, a espécie deve usar alguns "truques" genéticos para sobreviver e o próximo passo da pesquisa será entender quais são eles. "O que nosso estudo demonstra é que esse peixe realmente tem alguma coisa especial e que existem alguns truques que ajudam a espécie a sobreviver", disse Lawrence Loewe, pesquisador que liderou o estudo.
Uma hipótese levantada pela pesquisa é a de que, em alguns casos, há possibilidades do peixe pegar traços do DNA dos machos para estimular a reprodução e renovar sua combinação genética.


Flash
Pesquisa
Descobertas podem ajudar a entender melhor os mecanismos de outras espécies.

Fonte: O Tempo - Belo Horizonte, quinta-feira, 24 de abril de 2008. p.24

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Deep Ecology

Vídeo em inglês de Satish Kumar explicando sobre Ecologia Profunda.

Trate o Planeta Terra com respeito!!!: Ecologia Profunda (Arne Naess)

Trate o Planeta Terra com respeito!!!: Ecologia Profunda (Arne Naess)

ÉTICA: Entre Os Homens E As Coisas

O primeiro encontro ético acontece consigo mesmo e com outros seres humanos. O princípio primordial soa: "Faze o bem, evita o mal", e se subentende a si mesmo e aos outros. Essa luz solar iluminou a vida dos humanos. Olhavam para si mesmos e se perguntavam: que me faz bem ou que me faz mal. A ética preceituava o bem e proscrevia o mal. O espectro de bem e mal ia do corpo físico até o mais profundo da alma. Não parecia ético amputar alguma parte do corpo a não ser que fosse em função do bem maior do corpo. E no extremo da violação da ética para consigo estava o suicídio.A espiritualidade entrava no jogo. Tudo o que fizesse mal ao próprio coração, à alma e aos sentimentos religiosos caía sob a espada da ética condenatória. O corpo e a alma de cada um merecia o respeito do bem e a rejeição de qualquer mal. A ética de si mesmo.O passo do sujeito para o outro se fez espontâneo. O outro assumiu o centro da ética. O decálogo gira quase todo em torno dela. Honra pai e mãe, não matarás, não roubarás, não levantarás falso testemunho, não cobiçarás a mulher nem as coisas. O outro na sacralidade maior, como continuidade da própria, estabelecia o limite do bem e do mal. Erigia os cânones éticos.As coisas escapavam quase totalmente da ética. Somente na sua relação benfazeja ou maléfica com nós mesmos ou em relação aos outros a tangiam. A avareza nos afogava no mundo material. O roubo de coisas violava o direito alheio. Mas a coisa em si mesma mostrava-se absolutamente neutra.Manipulamos as coisas por meio da técnica. Essa gozava da indiferença ética do martelo. Nem bom, nem mal. Se bato em alguém, perverte-se porque entrou uma subjetividade em jogo. Se prego caixas, não há ética nenhuma. Mais: o olhar com a técnica relativamente de curto alcance não percebia nela problemas éticos. Dois movimentos modificam profundamente a consciência em relação às coisas. De um lado, a técnica adquire cada vez maior potencial de transformação com conseqüências duradouras. E a partir daí percebe-se o risco para a humanidade de suas intervenções sobre a natureza, independentemente de efeito imediato sobre alguém. O poder devastador de muitas técnicas ameaçam hoje a sobrevivência da humanidade. E põe-se então gravemente o problema ético na relação com as coisas a partir do uso de certas tecnologias. Ao ver a abundância das águas dos rios, não se imaginava facilmente que a água poderia tornar-se grave problema de vida. E hoje seu cuidado cai fortemente sob o comando ético. Além disso, a consciência ecológica situa o ser humano em relação diferente com a natureza vegetal, animal e com o cosmos material. Estes impõem-se como verdadeira alteridade que merece cuidado e respeito. E, portanto, surge a exigência ética em relação às coisas em nome da simples harmonia do universo, independentemente do ser humano. Faze o bem e evita o mal vale também do mundo material!

Fonte: jornal O Tempo, Belo Horizonte, MG, do dia 20 de abril de 2008, página 21

** J. B. Libânio é teólogo, escritor e professor: padre jesuíta

quarta-feira, 9 de abril de 2008

ONU APONTA DEGELO RECORDE EM 2006

NOVA YORK, Estados Unidos – O degelo das geleiras bateu recorde em 2006, de acordo com relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), e é uma das faces do aquecimento global.
Cientistas da ONU mediram quase 30 geleiras e descobriram que em nove delas a perda de gelo alcançou nível recorde em 2006. a maior perda foi da geleira Breidablikkbre, na Noruega, cujo gelo diminuiu 3,1 m apenas em 2006.
Em média, o derretimento de gelo em montanhas neste ano significou uma redução de 1,4 m de água – em 2005, a perda de gelo foi de cerca de 0,5 m. o recorde de derretimento anterior havia sido registrado em 1998, quando cerca de 0,7 m de gelo viraram água.Cientistas reunidos recentemente no Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), em Tóquio, no Japão, atribuem o fenômeno à concentração atmosférica de gases que causam o efeito estufa. Segundo o estudo do Pnuma, o derretimento das camadas de gelo é “um dos sinais mais claros do aquecimento global”.


Fonte: O tempo – Belo Horizonte, segunda-feira, 17 de março de 2008. p.A16

A ÁGUA É A MESMA DOS DINOS

Conforme publicado no Jornal O Tempo – Belo Horizonte, segunda-feira, 31 de março de 2008. p.21

REAPROVEITAMENTO
Água é a mesma dos dinos
O planeta Terra tem uma quantidade fixa de água desde a sua formação. A maior parte (97,5%) está nos oceanos: algo em torno de 1,3 bilhão de quilômetros cúbicos de água. O que resta está congelado nas calotas polares, na atmosfera como vapor, escondido debaixo da terra ou passeando entre os rios e lagos na superfície. No fim das contas, apenas 1% da água do planeta está disponível de fato para o consumo.

DENÚNCIA DE MAUS TRATOS

Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtíssima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede.Durante vários dias, tanto o autor de semelhante crueldade como os visitantes da galeria de arte presenciaram a impassível agonia do pobre animal, até que finalmente morreu de inanição, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensivel calvário.Seguem imagens abaixo:
[
http://img505. imageshack. us/img505/ 1990/dscn8139vk6 .jpg]
[
http://img339. imageshack. us/img339/ 5848/dscn8146pu4 .jpg]
[
http://img259. imageshack. us/img259/ 5720/dscn8153yv8 .jpg]
[
http://img218. imageshack. us/img218/ 7240/navitividad 1cq9.jpg]
[
http://img218. imageshack. us/img218/ 7937/navitividad 4so6.jpg]
[
http://img218. imageshack. us/img218/ 5895/perritoho5. jpg]
Parece forte?Pois isso nao é tudo: a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte decidiu,incompreensivelment e, que a selvageria que acabava de ser cometida por talsujeito era arte, e o tal Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua crueldade na dita Bienal em 2008.O intuito do e-mail é tehtar impedir o bis, colaborando com a assinatura nesta petição:
http://www.petition online.com/ 13031953/ petition. html
Não tem que pagar, nem registar para enviá-la.Caso duvide, entre no google, digite o nome do artista ou da Bienal e confirme a veracidade da história.